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DIÁRIO DE SUZANO - Suzano-SP
19/01/2011 - Coluna Social

Jornalista
Gil Fuentes
 
O talentoso Mateus Sartori comemora hoje 33 anos de vida e ganha destaque novamente na coluna. Estreou a sessão “Entrevista” no dia 8 de janeiro, em alusão ao lançamento de seu CD “Franciscos”, que foi realizado na última sexta-feira, dia 14, no Sesc Pompéia, em São Paulo.

Aliás, este CD foi apontado por um crítico francês como o melhor disco de cantor brasileiro de 2010 e suas músicas estão tocando na Rádio USP FM e em várias emissoras do Brasil. A coluna registra hoje flashes exclusivos de Jorge Beraldo do lançamento de seu show que movimentou o eixo Mogi-Sampa em grande estilo, desejando sucesso ao jovem cantor que atravessou fronteiras com o seu talento.

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A SEMANA - Mogi das Cruzes-SP
14/01/2011 - Capa e Cultura

Jornalista
Marta Vincentim
 
Mateus Sartori lança “Franciscos” em São Paulo

MORADOR de Mogi das Cruzes, Mateus Sartori se prepara para o show de lançamento de seu terceiro CD “Franciscos”, com a participação especial do compositor e violonista Chico Saraiva. O evento será no dia 14 de janeiro, no Sesc Pompeia, em São Paulo. Mesmo com toda a sua experiência, o cantor disse estar bastante “ansioso”: “A expectativa é das melhores, pois faremos o show com os músicos que gravaram no CD, além da presença do Saraiva”, disse, acrescentando que é um grande prazer lançar este trabalho num dos principais palcos da capital paulistana.

O repertório foi escolhido entre compositores que têm como nome Francisco, entre eles Chico Buarque, Chico César, Chico Pinheiro, Chico Anysio, Chico Saraiva e até Itamar Assumpção, cujo prenome é Francisco. Foi numa viagem a passeio a São Roque de Minas, município onde nasceu o Velho Chico, que o cantor paulista tomou a decisão de pesquisar e gravar somente os autores com esse mesmo nome - o que, dois anos mais tarde, seria tema do seu terceiro CD “Franciscos na voz de Mateus Sartori”.

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O DIÁRIO - Mogi das Cruzes-SP
14/01/2011 - Caderno A

Jornalista
Mariane Nepomuceno
 
Mateus Sartori canta em São Paulo

"A surpresa do ano. Sartori consegue muito com poucos elementos" (Folha de S. Paulo) "Exercícios de sutis delicadezas para serem degustados sem pressa ou excesso de paixão" (Estado de Minas).

"Um trabalho arrojado e corajoso, fruto de pesquisas, boas ideias e, sobretudo, de valorização de nosso melhor cancioneiro" (Diário do Pará). Mateus Sartori tem sido festejado pela crítica. Tanto por seu talento para o canto, como pela escolha do repertório de seu último CD "Franciscos".

Na noite de hoje, ele apresenta as canções selecionadas para o álbum, que conta apenas com composições de artistas cujo prenome é Francisco. O show começa às 21 horas, no Sesc Pompeia, em São Paulo.

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VEJA SÃO PAULO - SP
12/01/2011 - Veja Recomenda

Jornalista

 
Paulista de Franca residente em Mogi das Cruzes, o cantor começou a chamar atenção ao lançar DOIS DE FEVEREIRO (2008), um belo tributo a Dorival Caymmi. Sua voz límpida, algumas vezes remetendo à de Zé Renato, repassava "Quem vem pra beira do mar" e "Doralice", entre outras.

Em 2010, Mateus se dedicou a outra empreitada, essa de mote curioso: registrar canções de compositores que compartilham o mesmo nome. Nascia assim o álbum FRANCISCOS NA VOZ DE MATEUS SARTORI.

Ao lado de sete músicos e com participação especial do violonista Chico - coincidência ou não - Saraiva, Mateus se apresenta no Teatro do Sesc Pompéia na sexta (14).

O intérprete entoa temas como "Cantando no Toró" de Chico Buarque, "Eu sonhei que tu estávas tão linda" de Francisco Mattoso e Lamartine Babo, e "Dúvida Cruel, de Chico César e Itamar Assumpção.

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MOGI NEWS - Mogi das Cruzes-SP
11/01/2011 - Variedades

Jornalista
Suéller Costa
 
MATEUS SARTORI LANÇA O ÁLBUM "FRANCISCOS"
O músico se apresenta na próxima sexta-feira no Sesc Pompeia, em SP, para o lançamento do seu terceiro CD

Para Mateus Sartori, podemos dizer que o ano começou muito bem, afinal, o músico acaba de finalizar mais um projeto, que, assim como os anteriores, promete agradar aos admiradores da Música Popular Brasileira. Na próxima sexta-feira, o cantor promove uma show para o lançamento do seu terceiro CD - "Franciscos", que conta com participação de renomados compositores, todos, inclusive, com o nome que intitula o álbum.

A atração será no Shopping Pompéia (rua Clélia, 93, na Água Branca), em São Paulo, às 21 horas. Os ingressos custam R$ 16 (inteira) e R$ 8 (meia-entrada). Uma das visitas aguardadas é a do violonista Chico Saraiva.

"Franciscos" foi produzido pelo pianista Tiago Costa. O projeto conta com a participação de Chico Buarque, Chico César, Chico Pinheiro, Chico Anysio, Chico Saraiva e Itamar Assumpção, cujo prenome também é Francisco. No repertório, os músicos trazem uma variedade de canções, como "Pandeiro é Meu Nome", de Francisco Ferreira da Silva, "Cantando no Toró" e "Morro Dois Irmãos", de Chico Buarque, a valsa "Eu Sonhei que Tu Estavas Tão Linda", de Francisco Mattoso e Lamartine Babo, dentre outras.

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DIÁRIO DE SUZANO - Suzano-SP
09/01/2011 - Coluna Social

Jornalista
Gil Fuentes
 
Nasceu em Franca mas reside em Mogi das Cruzes. Tem formação de arquiteto mas canta desde os 13 anos. Sempre soube que viveria da música e sua mãe conta que ainda criança ele adorava cantar "Porto Solidão" de Jessé.

Dia 14 de janeiro o cantor Mateus Sartori estará lançando seu terceiro CD, "Franciscos". O disco traz só compositores com o nome de Francisco, entre eles, Chico Buarque, Chico César, Chico Pinheiro, Chico Anysio, Chico Saraiva e até Itamar Assumpção, cujo prenome é Francisco. Essa semana foi selecionado por um jornalista francês como um dos melhores CDs brasileiros de 2010.

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MOGI NEWS - Mogi das Cruzes-SP
24/12/2010 - Variedades

Jornalista
Juliana Borges
 
Mateus Sartori: paixão pela música

Cantor comemora todo o sucesso alcançado em 2010 e já faz planos para continuar brilhando no ano de 2011

Mateus Sartori, de 32 anos, é natural de Franca, interior de São Paulo, mas se considera mogiano por morar na cidade desde muito pequeno. Formado em Arquitetura, já foi, até professor universitário. Profissão que exerceu, durante quatro anos, para sustentar o seu grande sonho e a sua verdadeira paixão: a música. Batalhou tanto, que hoje ele consegue viver apenas do seu trabalho como cantor, por sinal, um dos diferenciais de Sartori que, segundo ele, é ser "apenas" cantor.

Dono de um timbre mais agudo, meio feminino, com ares de Beto Guedes, e o modo de interpretar, com divisões que lembram Elis, tornam Sartori um grande talento musical.
Destaque musical em 2010, ele agitou Mogi por meio do projeto "Quarta Nobre - Música Refinada", que produz em parceria com o Mogi Shopping, com o apoio de patrocinadores e do Governo do Estado de São Paulo.

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REVISTA ONIX - Mogi das Cruzes-SP
03/10/2010 - Dica Cultural

Jornalista
Guilherme Sakai
 
FRANCISCOS NA VOZ DE MATEUS SARTORI

Após o lançamento do elogiado "Dois de Fevereiro", dedicado à interpretação de um cancioneiro diverso de Dorival Caymmi, Mateus Sartori partiu em busca do repertório que comporia o seu próximo álbum e constatou que, das canções já selecionadas, 4 pertenciam a compositores com prenome Francisco.

Foi numa viagem a passeio a São Roque de Minas, município onde nasce o Velho Chico, que o cantor paulista tomou a decisão de pesquisar e gravar somente os autores com esse mesmo nome - o que, dois anos mais tarde, germinaria o seu terceiro CD, "Franciscos na voz de Mateus Sartori" (R$ 25,00), COM show de lançamento previsto para outubro.

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JORNAL ABC - Porto Alegre-RS
26/09/2010 - Aldeia

Jornalista
Juarez Fonseca
 
MATEUS SARTORI CANTA CHICOS E FRANCISCOS

Sempre devemos prestar atenção em artistas elogiados por Guinga. O paulista Mateus Sartori é um deles e está lançando o terceiro disco, Franciscos, em que canta somente músicas de autores com esse nome.

Um de seus diferenciais é o fato de ser “apenas” cantor. Outro é o timbre mais agudo, meio feminino, com ares de Beto Guedes, e o modo de interpretar, com divisões que lembram Elis. Isso, mais os arranjos delicados e a instrumentação enxuta sublinham o clima camerístico do CD.

Entre as faixas, posso destacar Cantando no Toró, de Chico Buarque; a caymminiana Tempestade, de Chico Pinheiro; o samba Doce Sereia, de João Bosco e Francisco Bosco; o samba-debreque Nicanor Belas Artes, de João Nogueira e Chico Anysio (com participação de Chico César); Lembrança Boa, do próprio Chico César; Eu Sonhei que Tu Estavas Tão Linda, de Francisco Mattoso e Lamartine Babo; e Morro Dois Irmãos, de Chico Buarque, que exige muito do cantor.

Tiago Costa, ótimo pianista, é também o produtor deste belo álbum de MPB clássica e capa-objeto de formato incomum.

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DIÁRIO DO COMÉRCIO - SP
22/09/2010 - do Aquiles

Jornalista
Aquiles Rique Reis
 
Texto publicado no Diário do Comércio (SP), Meio Norte (Teresina), Jornal da Cidade (Poços de Caldas), A Gazeta (Cuiabá) e Brazilian Voice (EUA).

O MOSAICO MUSICAL DE UM ÓTIMO CANTOR

Paulista de Franca e desde menino morando em Mogi das Cruzes, Mateus Sartori lançou Franciscos (independente), seu terceiro disco.

O repertório, escolhido entre compositores que têm Francisco como prenome, tem inequívoca qualidade. A partir dele, com músicas diversificadas e plenas de nuances, prenuncia-se um cantor amadurecido.

Com voz delicada, mas intensa, valendo-se de um timbre de bela agudeza, ele canta com refinada elegância. Sua afinação vai às notas como a flecha à mosca. Ouvi-lo é como um louvor à competência dos cantores brasileiros no exercício de seu ofício.

Outros dois grandes momentos de Mateus são a clássica e bela valsa “Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda” (Francisco de Queirós Mattoso e Lamartine Babo) e a fascinante “Morro Dois Irmãos” (Chico Buarque). Ao cantá-las, o que Mateus faz com a voz é de arrepiar. A valsa tem inspirado arranjo de cordas e piano, a delicadeza impera e a suavidade da percussão a sobressai. Na canção de Chico, o piano, a bateria e o piano conduzem linha melódica de difícil interpretação, à qual Mateus dá o melhor de si e brilha.

Que ótimo cantor é Mateus Sartori, que belo é o seu Franciscos!

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BLOG ACORDES - SP
19/09/2010 - Lançamento de CDs

Jornalista
Toninho Spessoto
 
A CANÇÃO E OS FRANCISCOS

O paulista Mateus Sartori, um dos melhores cantores surgidos nos últimos anos, chega ao terceiro disco trazendo projeto dos mais interessantes. Grava somente canções de compositores de nome Francisco. O time é de primeira: Chico Buarque, Chico César, Chico Pinheiro, Chico Anysio, Chico da Silva, Chico Amaral, Chico Saraiva, Francisco Bosco, Francisco Mattoso.

O repertório traz samba, galope, valsa, toada. Mateus Sartori mostra versatilidade e segurança ao dar os matizes precisos a cada tema.

Entre eles Babassuê (Chico Saraiva/Makely Ka), Morro Dois Irmãos (Chico Buarque), Doce Sereia (João Bosco/Francisco Bosco), Nicanor Belas Artes (João Nogueira/Chico Anysio), Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda (Francisco Mattoso/Lamartine Babo), Pandeiro é Meu Nome (Chico da Silva/Venâncio) e Tempestade (Chico Pinheiro/Chico César). Participações especiais de Chico Pinheiro (violão em Cantando no Toró, de Chico Buarque) e Chico César (dueto com Mateus Sartori em Nicanor Belas Artes).

Produzido por Tiago Costa. De qualidade.

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BLOG NOTAS MUSICAIS - RJ
15/09/2010 - Blog do Jornalista

Jornalista
Mauro Ferreira
 
SARTORI PÕE VOZ E TÉCNICA A SERVIÇO DE FRANCISCOS

Quem ouviu discos como o tributo coletivo Ataulfo Alves - 100 Anos (Lua Music, 2009) sabe que Mateus Sartori é um dos excelentes cantores brasileiros ainda não descobertos pelo dito grande público.
Dois anos depois de celebrar a obra de Dorival Caymmi (1914 - 2008) no majestoso álbum Dois de Fevereiro (2008), Sartori volta ao mercado fonográfico com seu terceiro CD, Franciscos na Voz de Mateus Sartori.
Sob a produção elegante e leve do pianista Tiago Costa, Sartori põe sua técnica vocal a serviço de músicas de compositores brasileiros batizados com o nome de Francisco. Quando alia essa técnica à alguma emoção, como na doída canção Lembrança Boa (Zezo Ribeiro e Chico César) e na valsa Eu Sonhei que Tu Estavas tão Linda (Lamartine Babo e Francisco Mattoso), o disco resulta mais sedutor. Contudo, certa frieza técnica pauta uma ou outra interpretação - sobretudo a de Pandeiro É meu Nome (Chico da Silva e Venâncio) - e deixa a impressão de que Sartori poderia brilhar mais se pusesse na voz o sentimento que já brotou em discos anteriores.
Ainda assim, o álbum é ótimo cartão de visitas para quem quiser descobrir um cantor cheio de suingue para entoar sambas como Cantando no Toró (Chico Buarque) - em arranjo adornado pelo violão magistral de Chico Pinheiro - e Doce Sereia (João Bosco e Francisco Bosco). Doce Sereia, sobretudo, emerge na voz de Sartori como um grande samba de Bosco que merece ser mais ouvido.
Entre cantos que evocam o espírito do Rio de Janeiro (Morro Dois Irmãos, Chico Buarque) e de Minas Gerais (Casa Aberta, Flávio Henrique e Chico Amaral - outro bom momento do álbum), o paulista Sartori recebe Chico César em Nicanor Belas Artes - parceria bissexta de João Nogueira (1941 - 2000) com Chico Anysio - para dueto que não explora toda a espirituosidade do tema. Mas Chico César está presente na ficha técnica da faixa que é um dos destaques de Franciscos na Voz de Mateus Sartori: Dúvida Cruel, frenética parceria de César com Itamar Assumpção (1949 - 2003), pouco conhecida, mas entre as melhores produções de ambos.
Enfim, os Franciscos da música brasileira são bem tratados pela voz de Sartori, ainda que permaneça a sensação de que Sartori poderia brilhar (ainda) mais.

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FOLHA DE SÃO PAULO - SP
15/09/2010 - Ilustrada - CDs

Jornalista
Luiz Fernando Vianna
 
Franciscos na voz de Mateus Sartori
AVALIAÇÃO ***
Jornalista: Luiz Fernando Vianna

Depois do deslumbrante CD dedicado a Dorival Caymmi (1914-2008), Mateus Sartori volta com um trabalho de conceito mais disperso (canções de autores chamados Francisco) e no qual sua voz especial, talhada para interpretações dramáticas, soa comum em sambas leves como "Nicanor Belas Artes". O grande momento é a valsa "Eu Sonhei que Tu Estavas Tão Linda".

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FOLHA DE LONDRINA - PR
14/09/2010 - Lançamento de CD

Jornalista

 
Com participações especiais de Chico Cesar e Chico Pinheiro, o terceiro CD de Mateus Sartori, intitulado Franciscos, surge com a proposta de ter apenas músicas de compositores que compartilham desse nome: o álbum traz regravações de Chico Buarque, Chico Anysio, Chico Saraiva e até de Itamar Assumpção que tem o prenome de Francisco.

Mais do que simples regravações, a unidade dos estilos presentes nas canções do álbum é feita através do conjunto de piano, baixo acúst ico, bateria, violão e percussão, e as músicas são completamente reformuladas pelo próprio Mateus.

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DIÁRIO DO COMÉRCIO - SP
10/09/2010 - Ensaio

Jornalista
André Domingues
 
COMO SER UM ARTIGO DE LUXO.

Mateus Sartori tem sabor de um segredo descoberto. É estranho porque já está lançando seu 3° álbum de carreira, Franciscos (todo dedicado a compositores com esse nome). Mais estranho ainda, porque é um dos maiores cantores surgidos nas últimas décadas.

Mas o que tem Mateus de tão especial? Primeiro, tecnicamente, a boa combinação de um incomum registro agudo masculino, timbre ligeiramente escurecido, pronuncia clara e uma segurança impressionante na afinação. Em segundo lugar, expressivamente, ele tem grande consciência artística, com inteligência para usar seus recursos vocais apenas na medida em que as canções pedem, dando um desenho sensível e bem definido às interpretações.

Mateus Sartori tem uma qualidade difícil de achar entre as novas vozes da MPB: a de saber escolher o que cantar. Não que ele acerte, necessariamente, em todas as canções. Mas costuma ter coerência nas escolhas. Sobretudo, porque prefere trabalhar com projetos temáticos, como esse disco atual, focado nos Franciscos da MPB, do antigo Francisco Matoso aos jovens Chico Pinheiro e Chico Saraiva.
Seria justo, aí, questionar a falta de alguns nomes nesse rol, a exemplo de Francisco Alves ou de Chico Science, enquanto outros aparecem até mais de uma vez.

Mateus Sartori é um raro exemplar de artista que faz apenas do canto a sua arte. Pode parecer pouco ambicioso, num tempo de multi-homens (cantores-compositores-atores-apresentadores-dançarinos-modelos-políticos), mas não é. Mais do que a quantidade de funções, sua opção é pela profundidade. Artigo de luxo, hoje em dia.

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ESTADO DE MINAS - MG
07/09/2010 - Em Movimento

Jornalista
Kiko Ferreira
 
MESTRE DA REINVENÇÃO

Saudade de um bom disco de MPB, daqueles com critério coerente de escolha de repertório, interpretações sem maneirismos e agradáveis de ouvir depois de um dia recheado de celulares e buzinas estridentes? Seus problemas acabaram. Franciscos, terceiro CD do cantor paulista Mateus Sartori, mantém o nível dos outros dois – Todos os Cantos (2006) e Dói de Fevereiro (2008) – e oferece bons momentos a quem aceitar seu timbre peculiar de tenor de contornos quase femininos.

Mateus, que no disco de estreia contou com participações de bambas como Guinga e Renato Braz, selecionou 11 temas com uma característica em comum. Todas foram compostas pelo menos por um autor com prenome Francisco. O mais prestigiado não poderia ser outro que não Francisco Buarque de Hollanda, autor de dois temas. Cantando no toró, que é uma prima distante e mais lírica de Vai passar, ganha interpretação malemolente, com direito a participação de outro Francisco, Chico Pinheiro, com violão dialogando com o piano à la César Camargo de Tiago Costa. E Dois irmãos soa tão delicada quanto a gravação original.

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RÁDIO CÂMARA - Brasília - DF
05/09/2010 - Programa Aplauso

Jornalista
Carmen Delpino
 
MATEUS SARTORI É O ENTREVISTADO DO PROGRAMA APLAUSO DA RÁDIO CÂMARA

Esse cantor, nascido em Franca, cidade do interior de São Paulo, chega ao terceiro CD e se consolida como uma das mais belas vozes da MPB contemporânea.

Com produção musical do pianista Tiago Costa, o novo trabalho de Mateus Sartori traz onze músicas feitas somente por compositores chamados Francisco.

Estão nessa lista Chico Buarque, Chico César, Chico Saraiva e Chico Amaral, entre outros, além de uma inesperada parceria do humorista Chico Anysio com o sambista João Nogueira.

Aplauso é apresentado por Carmen Delpino e vai ao ar todos os sábados, sempre às 11h.

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DIÁRIO DO PARÁ - PA
02/09/2010 - Feira do Som

Jornalista
Edgar Augusto
 
OS FRANCISCOS DE MATEUS SARTORI

Depois de homenagear Dorival Caymmi com um disco respeitoso e bem acabado, o cantor Mateus Sartori voltou suas visitas para os Franciscos da MPB.

Trabalhando com Tiago Costa e Silvinho Mazzuca, ele resgatou desde o amazonense Chico da Silva (Pandeiro é o meu nome) até o paulista Chico Barque (Cantando num Toró), não sem antes passar pelo carioca Chico Amaral (Casa Aberta), pelo mineiro Francisco Bosco (Doce Sereia) e até pelo cearense Chico Anysio (Nicanor Belas Artes).

Na verdade fez um trabalho arrojado e corajoso, fruto de pesquisas, boas idéias e, sobretudo, de valorização de nosso melhor cancioneiro. Onde os Franciscos, claro, sempre têm lugares de destaque.

Ouçam com carinho.
SITE ZIRIGUIDUM - RJ
23/08/2010 - Música Brasileira

Jornalista
Beto Feitosa
 
MATEUS SARTORI HOMENAGEIA SEUS FRANCISCOS
Terceiro álbum do interprete junta compositores com o mesmo nome

Dois anos depois de lançar olhar inusitado para obra de Dorival Caymmi, o cantor paulistano Mateus Sartori apresenta seu terceiro trabalho, Franciscos. Lançamento independente distribuído pela Tratore, o álbum costura compositores bem distintos, mas que trazem o nome de Francisco. Dois deles, Chico César e Chico Pinheiro, também participam do disco.

Voz bonita, bom gosto na seleção do repertório e ousadia estilística nos arranjos. Com essas qualidades Mateus consegue amarrar "Franciscos" tão diferentes em seu ambiente musical. Esse conceito poderia facilmente cair num balaio de homenagens vazias sem fazer sentido, o que não acontece. O álbum funciona. A boa produção e arranjos relevantes do pianista Tiago Costa encontram a personalidade de Mateus Sartori, cantor longe do lugar-comum.

A receita alinha obra de artistas-xarás como Chico da Silva, Chico Buarque e Chico Pinheiro. Passa pelo mineiro Chico Amaral, pelo paraibano Chico César, pelo carioca Chico Saraiva e até pelo cearense Chico Anysio. Curioso, descobre o Francisco que antecede o nome de Itamar Assumpção. Mais uma vez Mateus foge do óbvio.

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Blog TONINHO SPESSOTO - São Paulo - SP
27/05/2010 - Acordes

Jornalista
Toninho Spessoto
 
MATEUS SARTORI GRAVA CD DEDICADO AOS FRANCISCOS

O cantor paulista Mateus Sartori, dono de uma das mais belas vozes da MPB contemporânea, está concluindo as gravações do seu quarto CD, "Franciscos Na Voz de Mateus Sartori".

No repertório, apenas composições de autores chamados Francisco. Entre os homenageados estão Chico Buarque, Chico César, Chico Anysio – sim, um excelente compositor –, Francisco Matoso e Chico da Silva.

Alguns dos autores farão também participação especial. É o caso de Chico Pinheiro (na foto com Sartori), que toca violão em Cantando no Toró (Chico Buarque). Mateus grava também Tempestade, do violonista e compositor. Entre as outras canções do disco estão Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda (Francisco Matoso/Lamartine Babo), Nicanor Belas Artes (de Chico Anysio e João Nogueira, dueto de Mateus Sartori com Chico César).

Franciscos Na Voz de Mateus Sartori será lançado no segundo semestre.

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Blog MAURO FERREIRA - Rio de Janeiro-RJ
26/05/2010 - Blog do Jornalista

Jornalista
Mauro Ferreira
 
Excelente cantor paulista, Mateus Sartori finaliza em São Paulo (SP) seu terceiro álbum sob a direção musical do pianista Tiago Costa. Com lançamento programado para o segundo semestre de 2010, Franciscos na voz de Mateus Sartori agrega no repertório somente músicas da lavra de compositores brasileiros chamados Francisco.
Um deles, Chico César (à esquerda na foto), vai estar presente na ficha técnica em dose dupla. Além de ser parceiro de Zezo Ribeiro na faixa Lembrança Boa, Chico gravou dueto com Sartori em Nicanor Belas Artes, tema composto por Chico Anysio com João Nogueira (1941 - 2000), gravado por Nogueira em 1979 no álbum Clube do Samba.
A valsa Eu Sonhei que Tu Estavas tão Linda (de Francisco Matoso com Lamartine Babo) e o samba Pandeiro é meu Nome (de Chico da Silva e Venâncio) - lançado por Alcione em 1977 - figuram no repertório do sucessor de Todos os Cantos (2006) e Dois de Fevereiro - Mateus Sartori Interpreta Dorival Caymmi (CD de 2007).

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Jornal O DIA - Rio de Janeiro-RJ
24/05/2010 - Estúdio

Jornalista
Mauro Ferreira
 
Chico César a esquerda gravou com Mateus Sartori"Nicanor Belas Artes", parceria de Chico Anysio com João Nogueira.
O Registro foi feito para o CD "FRANCISCOS NA VOZ DE MATEUS SARTORI".
O repertório reune somente músicas de compositores batizados com o nome de Francisco.

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Jornal A TARDE - Salvador-BA
01/04/2008 - Caderno 2

Jornalista
Laura Dantas
 
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Jornal FOLHA DE SÃO PAULO - São Paulo-SP
06/01/2008 - Ilustrada 2

Jornalista
Raquel Cozer
 
Músico paulista interpreta temas do artista baiano em show hoje no Sesc Santana, acompanhado por dois violonistas

"Samba da Minha Terra" era o "Atirei o Pau no Gato" da minha infância", diz o cantor Mateus Sartori, 29, sobre seu primeiro contato com a obra de Dorival Caymmi. "Achava que era uma canção sem dono."

Por sorte, aos poucos o paulista (re)descobriu o mestre baiano. No fim do ano passado, parte do cancioneiro com que conviveu desde a tenra idade resultou no CD "Dois de Fevereiro" (Lua, R$ 22). Agora, chega ao Sesc Santana, num show, como o disco, só de voz e violão.

Foi navegando por águas perigosamente conhecidas -já cantadas por mais de uma geração da família Caymmi e por Gal Costa e Rosa Passos, para ficar em poucos exemplos- que o rapaz formado em arquitetura e com shows pequenos no currículo chamou a atenção de sua fonte baiana e colecionou elogios da crítica.

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Revista VEJA SP - São Paulo-SP
29/12/2007 - Destaque

Jornalista

 
Paulista de Franca que mora em Mogi das Cruzes, o novato cantor Mateus Sartori surpreendeu ao lançar Dois de Fevereiro, o segundo álbum de sua carreira. Impecável tributo à obra do baiano Dorival Caymmi, o CD contou com a participação de Guinga, Paulo Bellinati e outros violonistas. Agora chegou o momento de conferir ao vivo a límpida voz (que por vezes lembra a de Zé Renato) em pérolas como Dora, O Samba da Minha Terra e Valerá a Pena. O intérprete, de 29 anos, sobe ao palco na companhia de Jardel Caetano e Edmilson Capelupi, ambos ao violão.

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Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO - São Paulo-SP
21/12/2007 - Caderno 2

Jornalista
Lauro Lisboa
 
Mateus Sartori tem algo de especial na voz, mas não só nela. Toda a história que envolve a realização de seu segundo álbum, Dois de Fevereiro, um refinado tributo a Dorival Caymmi, tem lances fora do convencional. Mateus bancou a produção toda do próprio bolso e foi até a Bahia, na festa de Iemanjá comemorada na data que dá título ao projeto, registrar as imagens do encarte e do DVD que saiu numa edição especial com o CD. Se economizou nas soluções sonoras (é um disco todo de voz e violão), não o fez no projeto gráfico, um luxo que vai na contracorrente da crise das gravadoras.

Em Dois de Fevereiro, produzido por Rodolfo Stroeter, ele está muito bem acompanhado de Guinga, Paulo Bellinati, Diego Figueiredo, Webster Santos, Chico Saraiva, Edmilson Capelupi, Mario Gil e Jardel Caetano. A idéia era gravar cada faixa com um violonista, mas, pensando na dificuldade que quem fosse tocar com ele no palco teria de reproduzir os arranjos, deixou-se convencer por menor número. Todos gravaram com ele ao vivo no estúdio, sem truques nem artifícios. "A simplicidade era o fator principal. Tudo ficou muito transparente", sintetiza Sartori.

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Jornal FOLHA DE SÃO PAULO - São Paulo-SP
14/12/2007 - Ilustrada

Jornalista
Luiz Fernado Vianna - Sucursal do Rio
 
As canções de Dorival Caymmi parecem simples, mas são difíceis -exatamente pelo fato de parecerem simples, como se existissem antes que alguém as fizesse. É natural, portanto, que ninguém as cante melhor do que o próprio Caymmi. Mas o pouco conhecido Mateus Sartori, 29, paulista de Franca e crescido em Mogi das Cruzes, conseguiu realizar um trabalho original e fiel à obra do gênio baiano.

A primeira explicação para o acerto está no formato: ele e o produtor Rodolfo Stroeter optaram por um disco só com voz e violão. Como o violão de Caymmi é único, uma ótima alternativa foi revestir as melodias de outros violões únicos, tocados por oito craques.

Com sua voz de acento feminino, extremamente afinada, capaz de alcançar notas incríveis, Sartori ganha com esses violões um ambiente que nenhuma banda ou orquestra lhe daria, pois está neles o despojamento que a música de Caymmi pede -despojamento que não tem nada de tosco; é econômico, sem notas fúteis, deixando voz e ouvidos divagarem.

Avaliação: ótimo

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Jornal ESTADO DE MINAS - Belo Horizonte-MG
09/10/2007 - Cultura

Jornalista
Kiko Ferreira
 
Dois de Fevereiro é exercício de sutis delicadezas para ser degustado sem pressa ou excesso de paixão.

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31/12/1969 -